Renata Miranda, de 40 anos, estava na capital paranaense a trabalho; Suspeito de 50 anos é detido por crime que teria sido motivado por rejeição.

Uma tragédia abalou a comunidade de Uberlândia com a notícia da morte de Renata Miranda, de 40 anos, vítima de um brutal assassinato a facadas na madrugada da última quarta-feira (16). O crime ocorreu em um pensionato no Centro de Curitiba (PR), onde Renata residia a trabalho. O suspeito, um homem de 50 anos que ocupava o quarto ao lado da vítima, foi preso em flagrante e o caso está sendo investigado pela Polícia Civil do Paraná (PC-PR) como feminicídio.
De acordo com informações da PC-PR, o agressor havia se mudado para o pensionato há aproximadamente um mês e, desde então, demonstrava um interesse persistente por Renata, Testemunhas relataram que ele chegou a pedir um relacionamento à uberlandense, mas foi rejeitado. Após a recusa, o convívio entre os dois tornou-se tenso e problemático.
Renata havia se mudado para Curitiba no início do ano por motivos profissionais. Segundo sua sobrinha, Thaís Miranda, ela atuava como gerente de uma loja e, após o fechamento da unidade de Uberlândia, havia sido transferida primeiramente para o Rio de Janeiro e, posteriormente, para o Paraná.
A intensidade do assediador já era percebida pelos demais moradores. No domingo anterior ao crime (13), relatos indicam que o suspeito apresentou uma crise de ciúmes. A família de Renata esclareceu que o homem era um completo desconhecido para eles e que não havia qualquer tipo de relacionamento amoroso entre ele e a vítima.
No dia do brutal assassinato, familiares contaram que Renata havia avisado que se arrumaria para o trabalho às 8h da manhã e que ligaria mais tarde. Contudo, por volta do meio-dia, receberam a chocante ligação da responsável pelo pensionato informando sobre a morte de Renata,
O suspeito foi encontrado do lado de fora do pensionato, apresentando ferimentos nos pulsos, pescoço e abdômen. De acordo com testemunhas, ele teria tentado tirar a própria vida após cometer o crime. Encaminhado ao Hospital Cajuru, o homem permanece internado sob escolta policial.
O corpo de Renata será trasladado para Uberlândia, onde a família está organizando os preparativos para o velório e sepultamento. A irmã e o pai da vítima permanecem em Curitiba, acompanhando de perto os trâmites no Instituto Médico Legal (IML).
*Conteúdo Paranaíba Mais
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