Candidato do PL comenta novas denúncias que surgiram nos últimos dias contra o filho do presidente Lula e o assessor direto do presidente

O candidato do PL à presidência da República, senador Flávio Bolsonaro, classificou como ‘vexaminosa’ e ‘absurda’ a relação entre o filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Fábio Luís da Silva, com Roberta Luchsinger, apontada como lobista na investigação sobre o escândalo do INSS.
Em entrevista ao Jornal da Itatiaia, na manhã desta terça-feira (18), Flávio afirmou que o caso deixará os brasileiros indignado, pois escancara um esquema de corrupção dentro do Palácio do Planalto.Play Video
A Polícia Federal identificou indícios de que Fábio Luís da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula, participava de reuniões com integrantes do núcleo mais próximo do governo enquanto mantinha tratativas de negócios com a lobista Roberta Luchsinger. As informações foram reveladas pelo Metrópoles, a partir de mensagens apreendidas pela investigação. Em uma conversa de março de 2024, Lulinha cita reuniões com Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, então chefe de gabinete de Lula, e Swedenberger Barbosa, o Berger, que ocupava a Secretaria-Executiva do Ministério da Saúde. Roberta, na mesma conversa, afirma que os dois trabalhavam em um “nível diferenciado” e fala sobre o futuro financeiro da dupla.
“O mundo não dá voltas, ele capota. A corrupção do INSS chegou dentro do gabinete do Lula, por intermédio do Marcola (assessor do presidente Lula). O Lula também tem o seu Marcola. A pessoa que abre as portas para o Lulinha fazer negócios, como aconteceu no ministério da Saúde. Se isso não te indigna, não sei mais o que vai te deixar indignado. É o filho usando a influência do pai, usando a máquina pública para fazer negócio. Isso é corrupção na veia”, afirmou Flávio.
“É vexaminoso, constrangedor e tristeve ver como a pessoa que abre a porta, pede joia e troca de facilitar a vida do Lulinha e da lobista do INSS. Foi para a conta deles o dinheiro dos aposentados do INS. Essa parceria, Roberta e Lulinha, para onde há a suspeita de que foi o dinheiro dos aposentados do INSS. O Marcola era o braço direito do Lula ficava com ele na cadeia. Agora estamos vendo esse mar de lama, essa sujeira. Ninguém mais suporta o Lula e o governo dele”
Questionado sobre o fato da relação entre o assessor de Lula e a lobista para a compra de joias e a denúncia de que o ex-presidente Jair Bolsonaro também foi envolvido em um esquema que tinha joias como centro de denúncias, Flávio avaliou que os casos são completamente diferentes.
“Bolsonaro recebeu presentes de outros chefes de Estado e a legislação mostrou que não teve nada errado, não teve contrapartida, tanto que as joias voltaram para o presidente”, disse o candidato do PL.
O caso das joias envolvendo Bolsonaro tratou de uma suspeita de apropriação e venda ilegal de presentes de alto valor, como relógios e kits de joias, que foram entregues ao ex-presidente em 2021 por delegações estrangeiras. Após indiciamento da Polícia Federal por peculato, lavagem de dinheiro e associação criminosa, a Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu o arquivamento do inquérito no STF.
Fonte: Itatiaia – Por: Marcelo da Fonseca, Edilene Lopes e Bruno Nogueira
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