
A Câmara dos Deputados reacendeu, nesta semana, as discussões em torno de um dos episódios mais enigmáticos do Brasil: o “Caso Varginha”. A audiência pública teve como tema central o paradeiro do corpo do alegado ser extraterrestre capturado em Minas Gerais, em 1996.
A iniciativa partiu do deputado Chico Alencar (PSOL-RJ), que relacionou o caso a questões de soberania nacional e à aplicação da Lei de Acesso à Informação (LAI). O encontro reuniu parlamentares e ufólogos, entre eles Vitório Pacaccini, que voltou a defender a hipótese de que não foi apenas uma, mas pelo menos cinco criaturas capturadas durante a operação, supostamente conduzida com apoio de militares.
Pacaccini questionou publicamente o destino dos supostos corpos e cobrou maior transparência das autoridades. Segundo ele, a falta de informações oficiais se deve ao fato de o episódio ter sido tratado como “questão de segurança nacional”, o que justificaria o sigilo.
Apesar das declarações, não foram apresentadas provas materiais, documentos oficiais ou imagens que confirmem a captura. O que se conhece até hoje são relatos de moradores da cidade e de pessoas que afirmam ter presenciado a movimentação militar à época.
O debate também ressaltou o peso cultural do episódio. Em Varginha, o “Memorial do ET” se consolidou como atração turística e símbolo do imaginário popular, mantendo viva a narrativa que colocou a cidade no mapa da ufologia mundial.
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